VIVA SEM MEDO.

Tratamento e acompanhamento de pessoas vivendo com HIV, em um consultório moderno e privativo no centro de Curitiba.

infectologista curitiba
infectologista curitiba

Olá, eu me chamo Richard Portier,

Eu sou médico infectologista especialista no diagnóstico e tratamento de pessoas vivendo com o HIV.

Médico graduado pela Universidade Positivo.

Infectologista graduado pelo Programa de Residência Médica em Infectologia do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná.

Membro da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Membro da International AIDS Society.

Pós-graduado no Curso de MBA de Gestão de Saúde pela Fundação Getúlio Vargas/ISAE.

✅ Foi Infectologista do Hospital Geral de Curitiba (2018 – 2020).

✅ Foi Presidente da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Geral de Curitiba (2018 – 2020).

QUEM CONFIA E ACREDITA NO MEU TRABALHO

Se você está aqui, são por dois motivos:

1) Ou você suspeita que contraiu o HIV.

2) Ou você está vivendo com o HIV e busca tratamento e acompanhamento com um especialista.

Primeiramente eu gostaria de dizer que a culpa não é sua ao se expor ao risco de ter contraído o vírus. Isso ocorre mais frequentemente do que você imagina. A partir de agora precisamos pensar no presente e no futuro para você se manter saudável e proteger as pessoas que você ama.

Eu sei, existem milhares de informações por aí, e elas são confusas. Vários sites e “experts” comentando sobre o assunto. Muita informação te prejudica. Informação errada te prejudica ainda mais.

A melhor forma de viver com o vírus é através do tratamento e do acompanhamento médico com o especialista em HIV: o infectologista.

O médico infectologista:

✅ Solicita os exames necessários e diagnostica a infecção pelo HIV.

✅ Solicita os exames de carga viral para o HIV e CD4, fundamentais para o tratamento.

✅ Prescreve o tratamento para o HIV, orienta como ele será realizado e sobre os possíveis efeitos colaterais.

✅ Solicita exames para avaliar possíveis efeitos colaterais, como hemograma, colesteróis, glicemia, provas de função hepática e renal, exame de urina, entre outros.

✅ Solicita exames de prevenção, como densitometria óssea, colonoscopia, mamografia, entre outros.

✅ Solicita exames para o diagnóstico de outras infecções sexualmente transmissíveis, como a sífilis, hepatite B e hepatite C.

Além disso, explicará:

✅ O que é o vírus e como ele causa a doença.

✅ O que é doença oportunista.

✅ A diferença entre ser infectado pelo HIV e ter AIDS.

✅ A importância da contagem de LT-CD4+ e o exame de CV.

✅ Em qual estágio da doença você está.

✅ Como outros podem se infectar e como isso pode ser evitado.

✅ Como o tratamento funciona e porque você deve realizá-lo.

✅ O porque indetectável = intransmissível.

✅ O que é falha virológica e como evitá-la.

✅ Como a grande maioria das PVHIV em tratamento vivem uma vida normal.

✅ Como evitar contrair outras infecções sexualmente transmissíveis.

✅ Que é possível infectar-se com outra cepa mais patogênica ou resistente.

✅ Que uma dieta equilibrada e exercício físico regular podem ajudar a melhorar o prognóstico.

✅ Como é o acompanhamento, os testes laboratoriais planejados e sua utilidade para tratamento futuro.

✅ Porque o acompanhamento médico é tão importante.

Por que o diagnóstico precoce do HIV aumenta a eficácia do tratamento e a qualidade de vida?

Na década de 80, quando descobrimos o vírus HIV, a pessoa que recebia o diagnóstico também recebia uma sentença de morte. Isso porque não existia tratamento na época, e consequentemente, a pessoa evoluia para a fase AIDS da doença.

Com o passar dos anos e o surgimento do tratamento com antirretrovirais, as pessoas deixaram de morrer por causa do vírus, porém o tratamento ainda causava muita toxicidade e efeitos colaterais. Por isso, antes, não tratávamos todas as pessoas. Só as que progrediam para a fase AIDS.

Porém essa conduta expunha a pessoa às doenças oportunistas e diminuía muito a sua qualidade de vida. Foi então que decidimos tratar todas elas.

Hoje o tratamento evoluiu tanto que as pessoas vivendo com o HIV tomam dois comprimidos por dia, sem efeitos colaterais, e tem uma expectativa de vida semelhante a quem não tem o vírus. Ou seja, irá morrer de outra doença ou acidente, não por causa dele.

Por isso o diagnóstico precoce é tão importante.

Por que o tratamento é tão importante para você?

O tratamento para as PVHIV é chamado de terapia antirretroviral (TARV). Ela é recomendada para todas, independente do tempo de infecção.

Estes medicamentos contra o vírus impedem que ele se multiplique, reduzindo sua quantidade no corpo até o momento em que fica indetectável no sangue.

Não ter o HIV no sangue faz com que as células CD4 não sejam destruídas, consequentemente, você terá proteção do sistema imunológico. Com um bom número de células CD4, sem elas sejam atacadas, você estará protegido.

Embora ainda haja HIV escondido no corpo em lugares onde a medicação não chega, o sistema imunológico é forte o suficiente para combater infecções e certos cânceres relacionados ao vírus.

Caso você pare de tomar a medicação, o HIV volta a se multiplicar no seu sangue, destruindo suas células CD4 e seu sistema imunológico novamente.

Por isso é importantíssimo tomar os medicamentos todos os dias. A TARV não pode curar o HIV, mas faz com que as pessoas vivendo com o vírus vivam suas vidas de forma saudável.

Existem vários medicamentos disponíveis no Brasil. Todos são disponibilizados de forma gratuita pelo SUS.

Eles são agrupados em diferentes classes. O esquema inicial do tratamento geralmente inclui três medicamentos de pelo menos duas classes diferentes.

A escolha do esquema terapêutico depende de vários fatores, incluindo possíveis efeitos colaterais, interações medicamentosas e suas doenças crônicas.

Por que você irá proteger as outras pessoas?

Em janeiro de 2018, a Sociedade Brasileira de Infectologia publicou um parecer técnico intitulado “Indetectável = Intransmissível” (clique aqui para ler na íntegra). Mas o que isso significa?

Foram realizados três estudos com milhares de casais sorodiscordantes, ou seja, um parceiro tem o HIV e outro não. A pessoa vivendo com o vírus deveria ter carga viral indetectável há pelo menos seis meses e usar regularmente a medicação antirretroviral, além de realizar acompanhamento médico regular.

Estes casais mantiveram relações sexuais sem preservativo ou PrEP. Resultados dos estudos: o risco de transmitir o vírus por via sexual foi considerado insignificante.

Isso significa que ficar e permanecer com carga viral indetectável não é apenas a melhor escolha que as PVHIV podem fazer para manter sua saúde, mas também a melhor maneira de prevenir a transmissão através do sexo.

Para isso é necessário que você mantenha a adesão ao tratamento perfeita, avalie regularmente a carga viral e compareça às consultas médicas regularmente.

Manter-se com carga viral indetectável torna o sexo desprotegido seguro em relação ao HIV, mas não às outras infecções sexualmente transmissíveis, como sífilis, hepatite B, hepatite C, HPV, gonorreia, clamídia.

Agende sua consulta em um consultório novo e moderno, para manter a sua privacidade e conforto, no centro de Curitiba. 

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Nenhuma informação desta página ou da Comunidade Além do Indetectável substitui uma consulta presencial com seu médico. Jamais faça nenhuma mudança no seu tratamento sem antes consultar seu médico ou profissional de saúde. É só ele quem poderá avaliar de perto a sua situação atual e decidir se você está apto ou não à essas alterações. Portanto, é imprescindível que você tenha acompanhamento médico para sua segurança. Se tiver qualquer dúvida, envie um email para richard@richardportier.com que responderemos o mais breve possível. Obrigado!

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